domingo, 18 de setembro de 2011

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já é de noite e eu espero ansiosamente por ti, sentada no chão ao lado da janela. Olho lá para fora e tudo o que consigo ver da rua são os candeeiros. Imagino-te ali à minha frente, do outro lado da rua. Olhas para mim. Sim és tu. mas na verdade não estás lá. aquela silhueta que vejo é apenas a minha imaginação, fruto das saudades que sinto tuas, fruto da falta que me fazes. 

Porque não voltas simplesmente?