o gato olha para mim. com ar triste mia.
arranha-me. pede atençao. «Rita, e eu? agora é só joão.» :)
Gato, amor o que fariamos sem as tuas turras na porta, sem os teus miados desesperados e as tuas arranhadelas diabólicas?
Dormiamos mais descansados, mas mais sozinhos.
:)
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
Estupidez de sempre volta a atacar
o tempo sentou-se na minha janela. com um ar distante olhava para a rua. Que estará a pensar?
Com todo o tempo ali sentada, à minha janela, não há tempo para mais nada. Não há tempo a perder.
Sentei-me ao lado do tempo. e com o tempo olhei lá para fora para a rua vazia e fria.
Aquela noite, aquelas estrelas, aquele vento.
Estou aqui parada a perder tempo pensei. Dei a mão a tempo e voei.
Voltamos à escrita parva e desconectada de tudo. voltamos assim a uma nova vaga de estupidez e palavras vagas.
Mas sempre com um sorriso (também estúpido) na cara.
E como é bom sorrir estupidamente de nada.
E como é bom rir até não aguentar mais, com cocegas nos pés!
Com todo o tempo ali sentada, à minha janela, não há tempo para mais nada. Não há tempo a perder.
Sentei-me ao lado do tempo. e com o tempo olhei lá para fora para a rua vazia e fria.
Aquela noite, aquelas estrelas, aquele vento.
Estou aqui parada a perder tempo pensei. Dei a mão a tempo e voei.
Voltamos à escrita parva e desconectada de tudo. voltamos assim a uma nova vaga de estupidez e palavras vagas.
Mas sempre com um sorriso (também estúpido) na cara.
E como é bom sorrir estupidamente de nada.
E como é bom rir até não aguentar mais, com cocegas nos pés!
«Sinto intensamente o
Desembrulhar da confusão
Logo que acordo, mesmo
Sabendo que nunca acordei,
Que sempre sonhei»
André.
Desembrulhar da confusão
Logo que acordo, mesmo
Sabendo que nunca acordei,
Que sempre sonhei»
André.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
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