Com todo o tempo ali sentada, à minha janela, não há tempo para mais nada. Não há tempo a perder.
Sentei-me ao lado do tempo. e com o tempo olhei lá para fora para a rua vazia e fria.
Aquela noite, aquelas estrelas, aquele vento.
Estou aqui parada a perder tempo pensei. Dei a mão a tempo e voei.
Voltamos à escrita parva e desconectada de tudo. voltamos assim a uma nova vaga de estupidez e palavras vagas.
Mas sempre com um sorriso (também estúpido) na cara.
E como é bom sorrir estupidamente de nada.
E como é bom rir até não aguentar mais, com cocegas nos pés!
«Sinto intensamente o
Desembrulhar da confusão
Logo que acordo, mesmo
Sabendo que nunca acordei,
Que sempre sonhei»
André.
Desembrulhar da confusão
Logo que acordo, mesmo
Sabendo que nunca acordei,
Que sempre sonhei»
André.
Olá Rita,
ResponderEliminarPor vezes a estupidez é tão boa, tão boa que só apetece ficarmos assim.
Outras vezes a estupidez serve apenas para camuflar a nostalgia que sentimos.
Pois a mim apetecia-me ficar sempre numa estupidez profunda, para não ver o que está à minha volta.
Beijocas
Ana Cristina
"Estou aqui parada a perder tempo pensei. Dei a mão a tempo e voei." hahaha lindo!
ResponderEliminarA nossa sorte é que acabamos sempre por dar a mão a tempo e esvoaçamos para longe do molho de peças de puzzle espalhadas no chão do passado.
Ler o teu post puxou-me aquela vontade de escrever um também. Já está no tempo de voltar a arrumar as coisas, cá dentro.
Abraço grande
Quanto mais estúpido o sorriso for mais puro ele é! eheheh
ResponderEliminarO Falar troca tudo